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P&H - AERITALIA (FIAT) G 91 (GINA)
P&H - AERITALIA (FIAT) G 91 (GINA)

 

 

Aeritalia (FIAT) G.91(Gina)

 
- Avião multifunções - Itália (1958) -

Resumo Histórico Especificações Versões & Variantes Principais Utilizadores Historial Galeria Videos Profiles Fontes
Descrição Gerais
                   

  Aeritalia (FIAT) G.91(Gina)  

Link original: The original uploader was Fockel007 at German Wikipedia.(Original text: Joerg Hammes), CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

     

RESUMO HISTÓRICO


O FIAT G.91 foi um avião caça-bombardeiro, monorreactor, de asa baixa construído pela Fiat Aviazione, que mais tarde se fundiu na Aeritalia.

As origens do G.91 remontam a 1953 quando a NATO organizou a competição NBMR-1 tendo em vista a seleção de um caça-bombardeiro ligeiro LWSF - Light Weight Strike Fighter para ser adotado como avião standard (padrão) nas forças aéreas das várias nações dessa organização. Essa competição exigia um avião barato, com baixo custo de manutenção, capacidade para operar a partir de pistas curtas e rudimentares e capaz de boas performances e desempenho. O G.91 acabou como o projeto vencedor da competição NBMR-1.

Foi introduzido e operado inicialmente pela Aeronautica Militare Italiana (1961) e posteriormente pela Deutsche Luftwaffe da Alemanha (1962) que fabricou muitos dos seus G.91 sob licença. Também a França, a Grécia, a Áustria, a Turquia e os E.U.A. mostraram interesse no avião, no entanto, principalmente por razões políticas muitas dessas pretensões caíram por terra e a maioria dos pedidos foi cancelada. Quem ganhou com isso foi Portugal que assim conseguiu adquirir 40 Fiat G.91 à Luftwaffe, ficando assim equipado com um aparelho moderno que passou a utilizar extensivamente na Guerra Colonial Portuguesa, em África, até 1974.

Apesar de ter acabado por não se tornar no avião padrão da NATO, ainda assim foi produzido ao longo de 19 anos, durante os quais foram construidos um total de 770 aviões, incluindo 2 protótipos e 27 aparelhos de pré-produção. As linhas de montagem foram finalmente encerradas em 1977, mas o avião manteve-se operacional por mais de 35 anos.

O G.91 foi também ainda utilizado como base para o desenvolvimento de uma versão melhorada e bimotora: o Fiat/Aeritalia G.91Y.

Os pilotos Alemães e Portugueses alcunharam-no de forma carinhosa de "Gina".

 

  Designação do aparelho  

Esquema B&W: 


ESPECIFICAÇÕES


DESCRIÇÃO

País de origem Fabricante
Itália Fiat Aviazione (Aeritalia) e Dornier Werke Gmbh
Tipologia de missão / Função
Avião caça-bombardeiro / Treino / Reconhecimento
Projeto antecedente Desenvolvido em
   
voo Introduzido
9 de agosto 1956 1958
Período de produção Aposentado
1958 - 1977 1995
Design Quantidade produzida
  +/- 770 aparelhos
Custo unitário Variantes
   
Período histórico
Guerra colonial portuguesa

CARACTERÍSTICAS GERAIS

Comprimento Envergadura Altura Superfície alar
R/1 - 10.30 m
R/3 - 10.30 m
R/4 - 10.30 m
T/1&T/3 - 11.57 m
Y - 11.67 m
R/1 - 8.56 m
R/3 - 8.56 m
R/4 - 8.56 m
T/1&T/3 - 8.60 m
Y - 9.01 m
R/1 - 4.00 m
R/3 - 4.00 m
R/4 - 4.00 m
T/1&T/3 - 4.26 m
Y - 4.43 m
R/1 - 16.42 m2
R/3 - 16.42 m2
R/4 - 16.42 m2
T/1&T/3 - 16.42 m2
Y - 18.13 m2
Peso vazio Peso carregado Peso máximo à descolagem Teto máximo
R/1 - 3 100 kg
R/3 - 3 360 kg
R/4 - 3 360 kg
T/1&T/3 - 3 290 kg
Y - 3 682 kg
 Kg R/1 - 5 670 kg
R/3 - 5 670 kg
R/4 - 5 670 kg
T/1&T/3 - 6 050 kg
Y - 7 800 kg
R/1 - 13 100 m
R/3 - 13 100 m
R/4 - 13 100 m
T/1&T/3 - 11 890 m
Y - 12 500 m
Velocidade Máxima (Vno) Velocidade de cruzeiro Autonomia bélica Autonomia (MTOW)
R/1 - 1 080 km/h
R/3 - 1 080 km/h
R/4 - 1 080 km/h
T/1&T/3 - 1 070 km/h
Y - 1 140 km/h
 Km/h  Km R/1 - 1 840 km
R/3 - 1 840 km
R/4 - 1 840 km
T/1&T/3 - 2 180 km
Y - 3 370 km
Regime de subida Carga alar Potência/Peso Alongamento
 m/s Kg/m2 W/Kg  
Tripulação
 
Motorização
R/1 - 1 motor Bristol Siddeley Orpheus 803 02 com 22.2Kn de potência
R/3 - 1 motor Bristol Siddeley Orpheus 803 02 com 22.2Kn (2270 kp) de potência
R/4 - 1 motor Bristol Siddeley Orpheus 803 02 com 22.2Kn de potência
T/1&T/3 - 1 motor Bristol Siddeley Orpheus 803 02 com 22.2Kn de potência
Y - 2 turborreatores GE J85 de 1 850 kg de impulso com pós-queimador
Armamento / Carga bélica
Metralhadoras / Canhões
R/1 - 4 metralhadoras de 12.7 mm
R/3 - 2 canhões DEFA de 30 mm + rockets ou bombas em 4 estações sob as asas
R/4 - 4 metralhadoras de 12.7 mm
T/1&T/3 - 2 metralhadoras de 12.7 mm
Y - 2 canhões de 30 mm
Foguetes / Misseis / Bombas
 

VARIANTES E VERSÕES


G.91 Y
A versão Fiat (Agora Aeritalia) G 91 Y estava equipada com dois turborreatores GE J85 e foi usada unicamente pela Força Aérea Italiana. Esta versão apareceu em 1966.
 

PRINCIPAIS UTILIZADORES


País:  Alemanha; Itália; Portugal; Grécia; Angola;

HISTORIAL


O FIAT G-91 foi um caça tático e de reconhecimento, monovolume ligeiro, foi vencedor de um concurso de várias empresas de países da NATO, com o objetivo de encontrar um avião de ataque ligeiro, barato, com baixo custo de manutenção, com capacidade para operar a partir de pistas curtas e rudimentares e capaz de boas performances e desempenho.

Foi projetado como caça tático padrão para a NATO. No entanto, problemas políticos entre os seus membros europeus, principalmente com a França, fizeram com que apenas a Itália e Alemanha efetivassem inicialmente a compra.

Voou, pela primeira vez, em 9 de agosto de 1956 e entrou em serviço operacional em 1958 na Aeronáutica Militare Italiana, seguindo-se a Luftwaffe Alemã.

Parte das aeronaves da Luftwaffe foram transferidas nos anos 60 para Portugal, país que se via envolvido nas guerras coloniais de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau e era objeto de embargos de armamentos norte-americanos que não apoiavam publicamente este tipo de conflito.

Este avião foi produzido ao longo de 19 anos e manteve-se operacional por mais de 35. Os pilotos Alemães e Portugueses alcunharam-no carinhosamente de "Gina".

O G-91 R/4 era o menos bem armado de todos os FIAT G-91. Contava unicamente com quatro metralhadoras de calibre 12.7mm, o que reduzia a sua eficácia enquanto caça. Este avião também não tinha grandes hipóteses de êxito em confronto aéreo direto com os modernos caças entretanto produzidos pelas principais nações do Pacto de Varsóvia.

Comparativamente com o FIAT G-91-R4, o R3 estava muito melhor equipado pois contava com dois canhões DEFA de 30mm, que davam à aeronave um grande poder de fogo, sobretudo contra alvos terrestres.

A última versão do Fiat G-91 foi apresentada em 1966 e produzida pela Itália. Tratava-se de uma adaptação do modelo G-91 R/4. Esta versão, conhecida como Fiat G-91Y, estava equipada com dois motores GE-J85 e as quatro metralhadoras 12.7mm foram substituídas por dois canhões DEFA de 30mm (como no modelo R/4).

A velocidade máxima do Fiat G-91Y era de 1100km/h mas este aparelho só foi utilizado pela força aérea Italiana.

Entre 1958 e 1974, foram construídas 690 unidades, das quais 373 pela Aviazione (Aeritalia) e 316 pela Dornier Werke Gmbh, entre versões monopostas de ataque e bipostas de treino avançado, incluindo 45 do último tipo o G.91Y com muitas melhorias na velocidade e na eletrónica.

Apesar de o FIAT G-91 ter sido operado por vários países, Portugal foi o único a utilizar o G-91 em situações de combate real e pela Força Aérea Portuguesa na Guerra do Ultramar. Neste conflito foi utilizado como avião de ataque ao solo e de reconhecimento. Para o reconhecimento fotográfico, o avião estava equipado com câmaras fotográficas no nariz. O efeito psicológico provocado pelo barulho da turbina era mais eficaz que propriamente o seu poder de fogo e o seu curto alcance limitava operacionalmente a sua ação.

Aviões de comparável missão, configuração e época

     
BAC 167 "Strikemaster"      

GALERIA


     

VIDEOS


     

PROFILES


     

INFORMAÇÃO ADICIONAL / FONTES


 Sites e Blogs
Wikipedia - Pt Wikipedia - Eng
   
 Bibliografia
 Aviões de guerra
 Aviões de Guerra Aviões - Tecnologia de ponta e mobilidade

  


 Última atualização da página: 20/07/2021